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Controle do Frio

O PROBLEMA

Agromar Industrial se orgulha da qualidade dos seus produtos.  Para esse exportador de frutas exóticas peruano, isso constitui um diferencial da concorrência e como consequência melhores preços de venda.

Um aspecto fundamental da qualidade é manter os produtos alimentares perecíveis dentro de um pequeno intervalo de temperatura.  A alta temperatura, ofusca as mercadorias, encurta significativamente a vida destas na prateleira e aumenta o risco de falta de conformidade com as regras bromatológicas.  Por outro lado uma baixa temperatura pode alterar irremediavelmente as características organolépticas do produto.

Por outro parte, os mercados globais exigem registros históricos, mostrando que o produto foi armazenado em temperaturas adequadas.

O DESAFIO

Agromar Industrial necessitava um estreito controle da temperatura dos seus produtos, desde o momento em que são empacotados e introduzidos em seus frigiríficos, a um custo razoável.  Tudo isto sem alterar o funcionamento normal da produção.

 

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Cultivos Biológicos

O problema

O Instituto de Higiene do Ministério da saúde pública do Uruguai tem como missão a conservação de amostras biológicas que são sensíveis para a saúde humana e a realização de estudos e de culturas.

Para fazer isso conta com dezenas de equipamentos, como frigoríficos e congeladores que devem ser mantidos em um rigoso intervalo de temperaturas para evitar danos às espécimes.  Utiliza também várias estufas para cultivos biológicos, onde a temperatura é uma variável chave que deve ser estritamente controlada e registada para garantir resultados confiáveis.  Por último, também possuem estufas e autoclaves para esterilização de materiais.  Os equipamentos estão distribuídos em vários locais em laboratórios diferentes.

O desafio

Substituir  a anotação manual das temperaturas, inerentemente difíceis e inseguras, por um registro automático e contínuo.  Deve-se garantir a preservação das informações, permitir o acesso remoto para supervisionar a situação e garantir a emissão de alarmes em caso de valores que afastem-se de  intervalos estabelecidos que exigem uma intervenção para regularizar a situação

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CAMMESA

O Problema

A Compania Administradora do Mercado Maiorista S.A. – CAMMESA, necessita conhecer saber com precisão e em tempo real o consumo dos principais utilizadores de eletricidade da Argentina.  Para fazer isso, a AMMESA desenvolveu o sistema SMED.

O Desafio

O sistema SMED abrange os maiores consumidores. De forma sincronizada e para todos os pontos, a cada 15 minutos o consumo acumulado no intervalo é capturado e  transmitido ao Centro de coleta, no máximo dentro dos 3 minutos seguintes.  Deste modo se obtem a curva da demanda atualizada de cada grande consumidor e a curva agregada do mercado. Uma medição parcial ( alguns pontos sim e outros não), leitura de consumos que faltaram ou a demora na recepção dos dados, dificultam a tomada de decisões.

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